Negociação, Recuperação Extrajudicial e Judicial
NEGÓCIOS & RESOLUÇÃO DE DISPUTAS
O MOMENTO É AGORA
O Brasil vive, em 2026, uma combinação rara de sinais de alerta: recorde histórico de inadimplência empresarial e de empresas em recuperação judicial associados a uma trajetória de juros que deve permanecer elevada até, pelo menos, 2028.

A própria Serasa Experian destaca que a inadimplência costuma anteceder os movimentos de recuperação judicial — ou seja, o recorde de 2025 tende a não ser o pico do ciclo, mas um patamar que pode se repetir, ou se agravar, em 2026 e 2027.
Cenário para 2027–2028
- Juros ainda elevados: o custo do crédito permanece alto, aumentando a pressão sobre empresas que dependem de financiamento e capital de giro.
- Desaceleração da atividade: o Banco Central projeta crescimento de 1,4% do PIB em 2027, em ritmo inferior ao projetado para 2026.
- Pressão sobre as empresas: juros elevados e menor ritmo de crescimento podem aumentar os desafios financeiros para empresas mais dependentes de crédito.
- Maior atenção ao caixa: nesse cenário, acompanhar de perto o fluxo de caixa, o endividamento e os custos financeiros é importante para identificar sinais de dificuldade com antecedência.
- Setores com maior dependência do capital de giro seguem sob maior pressão de reestruturação;
- Ano eleitoral 2026 e transição do governo 2027 ampliam a incerteza regulatória e fiscal para o planejamento de médio prazo
Fontes: Banco Central do Brasil — Relatório de Política Monetária, setembro de 2026; Serasa Experian — Indicador de Inadimplência das Empresas.
Para o empresário, isso significa uma janela de decisão: agir preventivamente, com diagnóstico e estratégia, ou reagir tardiamente, sob pressão de credores e prazos judiciais.


Fundamento jurídico e segurança institucional
A Lei nº 11.101/2005, atualizada pela reforma estrutural da Lei nº 14.112/2020, disciplina a recuperação judicial, a recuperação extrajudicial e a falência no Brasil. Após 20 anos de vigência, o instituto está maduro: não é mais experimental, é ferramenta testada, com jurisprudência consolidada pelo Superior Tribunal de Justiça — o que reduz a imprevisibilidade para quem planeja com antecedência.
Jurisprudência recente:
- Recuperação extrajudicial fortalecida, com possibilidade de inclusão de créditos trabalhistas — alternativa mais rápida e discreta à recuperação judicial em muitos casos.
- Financiamento DIP (Debtor-in-Possession), com regras claras de garantia e prioridade para captação de capital novo durante a recuperação.
- Consolidação processual e substancial de grupos econômicos — essencial para empresas organizadas em holdings ou múltiplas sociedades.
- Vedação à desconsideração automática da personalidade jurídica pelo mero inadimplemento da empresa em recuperação.
- Regras de insolvência transnacional, alinhadas ao padrão UNCITRAL — relevante para empresas com operações internacionais.

Metodologia VMS: as duas pontas da reestruturação
Reestruturações bem-sucedidas exigem times multidisciplinares — para além de advogados capacitados, são essenciais também profissionais com expertise financeira, capazes de modelar fluxo de caixa, capacidade de pagamento e viabilidade do negócio.
O VMS entrega essa combinação de forma estruturada, com parceiro estratégico: um projeto tecnicamente correto na tese jurídica e financeiramente viável na execução.

Portfólio de serviços





Por que VMS
- Escritório full-service com mais de 18 anos de atuação em Minas Gerais, referência regional em estruturação patrimonial e societária, bem como nas áreas tributária e recuperação judicial e extrajudicial.
- Atuação multidisciplinar estruturada, que entrega as duas pontas — jurídica e gerencial — sob coordenação única.
- Atuação integrada com as demais áreas do VMS — tributário, trabalhista, societário e contratual — essencial para uma due diligence de passivos completa.


